quinta-feira, 1 de julho de 2010

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Por onde andará a boba da corte? Encontra-se cabisbaixa,
com seus sapatos rasos e rasgados. Sacrilégios
unificantes. Ainda tem os olhos úmidos e a voz trêmula

Por onde andará a boneca da pano? Pesar, simples pesar.
A cólera chega e distorce. Coragem ou inconsequência?
Solta um grito, mas não espera pelo eco. Sai sem olhar para trás

Bailarina errante, pássaro sem rumo. A menina pode te surpreender,
cada vez que seus olhos ficam em chamas.

Pouco importa. A noite chega com seu véu envolvente e ela se perde
em uma nostalgia profunda. Lembranças estonteantes são
suficientes para acalmar o seu coração sentimental.

O rancor corrói e tira o brilho, mas ela ainda não sabe brincar sem se
machucar. Na verdade, ela está aprendendo a andar"


poema retirado de algum orkut se o autor vee e não quisr ele aqui pede com jeitinho que eu tiro (:
 
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